Nossas Especialidades
Todas as especialidades que sua saúde precisa, em um só lugar.
Alergologia
Área médica especializada na prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças alérgicas... saiba mais
Cardiologia
Ramo da medicina dedicado ao estudo, diagnóstico e tratamento das doenças cardiovasculares, que podem ser congênitas, adquiridas... saiba mais
Cirurgia da Endometriose
Procedimento altamente especializado que exige profundo conhecimento da anatomia e cirurgia da pelve, uma vez que a endometriose... saiba mais
Cirurgia da Obesidade
É um procedimento realizado no aparelho digestivo com objetivo de ajudar a perda de peso no caso de obesidade excessiva e de doenças... saiba mais
Nossos Profissionais
Na Clínica Capozzielli, você conta com uma equipe de especialistas dedicados a cuidar de cada detalhe da sua saúde, com atenção, empatia e excelência em cada atendimento.
Informativos
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Por que não se consegue respirar e engolir ao mesmo tempo?
Uma curiosidade: respiramos e engolimos comida pelo mesmo canal, a faringe. E a enorme responsabilidade de fazer o alimento seguir para o estômago e não nos asfixiar indo para a traqueia e os pulmões cabe a uma pequena cartilagem, a epiglote, que abre e fecha como uma válvula. Em volta de uma mesa com os amigos, respirando, comendo pizza, bebendo vinho, falando e rindo — tudo ao mesmo tempo —, não damos o devido valor ao trabalho preciso e vital da epiglote. Como um guarda num cruzamento, ela orienta o ar para o aparelho respiratório e a comida ou bebida para o digestório. Quando esse tráfego falha e o sólido pega o caminho errado para as vias respiratórias, a reação instintiva do corpo é nos fazer engasgar e tossir para expulsar o invasor. Curioso ainda é que, pela infinidade de vezes em que a epiglote trabalha numa única refeição ou rodada de cerveja, surpreende não engasgarmos com mais frequência.
15/05/2026
Bateu vontade de doce? Pense duas vezes
Aquele desejo, quase necessidade, de comer um docinho é normal e saudável: além de gostosos, os doces suprem nossa necessidade de calorias como fonte de energia. Ruim é quando a vontade é impulsiva e incontrolável, levando a repetir várias vezes a sobremesa ou devorar inteira a caixa de bombons. O “craving” (fissura, desejo intenso) por doces é considerado um comportamento alimentar com características de vício. Pesquisas neurocientíficas mostram que o açúcar ativa os mesmos centros cerebrais de prazer e recompensa que nicotina, álcool e drogas. O corpo desenvolve tolerância e exige doses cada vez maiores para atingir o mesmo nível de satisfação. Mas apesar das semelhanças, especialistas ressaltam que o açúcar não causa a mesma dependência que cigarro, bebida ou cocaína, que agem no sistema nervoso de modo mais intenso e destrutivo. O cuidado é perceber quando se está sucumbindo continuamente ao desejo de doce como alívio psicológico para ansiedade, cansaço, tristeza ou carência. Como em tudo na vida, a chave é moderação, não exclusão. Desfrutar o pudim ou a bomba de chocolate sem culpa, mas evitar cair em tentação fora de hora. O consenso científico sobre a relação de açúcar e vício pode ser visto na National Library of Medicine.
15/05/2026
Risco coronário em mulheres
Estudo publicado no jornal da American Heart Association revelou que, embora possua menor número de placas coronarianas, as mulheres estão sujeitas a eventos cardíacos graves na mesma proporçao que os homens. O trabalho teve como base estudos com 4.300 pacientes.
30/04/2026
Creatina: o suplemento é bom para crianças autistas?
Os benefícios da creatina são amplamente comprovados para atletas e praticantes de musculação (aumento de força, potência e massa muscular), adultos e idosos (melhora de cognição, memória, raciocínio e condições cerebrais degenerativas como Alzheimer e Parkinson). Agora, estudos mostram que o suplemento também pode ser eficaz no tratamento dos transtornos infantis de autismo e hiperatividade. As avaliações revelam efeitos positivos da creatina no comportamento, humor e capacidade de adaptação de crianças autistas e hiperativas, por favorecer o metabolismo energético cerebral, a regulação de neurotransmissores e a diminuição de processos inflamatórios que provocam excitação excessiva dos neurônios. Apesar dos indicadores favoráveis, porém, as sociedades de pediatria recomendam cautela no uso da creatina em crianças e adolescentes. Embora sua prescrição seja cada vez mais comum, a suplementação deve ser sempre indicada e acompanhada por um médico ou nutricionista especializado. Saiba mais sobre os estudos na National Library of Medicine.
15/05/2026
Emoções negativas causam câncer? A ciência afirma que não
A crença de que estresse, depressão, tristeza e solidão causam câncer acaba de ser categoricamente refutada em um amplo estudo global. A pesquisa, publicada em abril na revista Cancer, da American Cancer Society, não encontrou evidências sólidas da influência emocional na doença após a metanálise dos dados de mais de 421 mil pacientes, familiares e médicos em 22 estudos internacionais e 35 mil diagnósticos de tumores malignos. Os autores sustentam que estados psíquicos, isoladamente, não aumentam o risco da patologia, causada invariavelmente por mutações genéticas ligadas a hereditariedade, envelhecimento, maus hábitos ou fatores ambientais. A conclusões também contribuem para desmistificar a teoria de que os pacientes são responsáveis pela própria condição devido ao descontrole emocional — o sentimento de culpa piora ainda mais o sofrimento. O estudo não descarta, porém, a relação indireta do câncer com negatividade crônica e abalos emocionais quando induzem a hábitos nocivos como cigarro, alimentação ruim, sedentarismo e abuso de álcool. O perigo está nas mudanças de estilo de vida motivadas por má gestão das emoções, e não propriamente nelas. A pesquisa completa está disponível na revista Cancer da American Cancer Society.
15/05/2026
Sem ânimo, deprimido, ansioso? O remédio é treinar, correr ou pedalar
Exercício é o melhor remédio para quem anda estressado, para baixo, mal humorado. Segundo estudos, a atividade física é tão ou mais eficaz do que antidepressivos e terapia no combate a depressão e ansiedade. E tem ação muito mais rápida: faz efeito na hora. Quase imediatamente após o início do exercício, em 10 minutos, começam a circular neuroquímicos cerebrais que promovem bem-estar, energia e prazer. Baixa o nível do cortisol, hormônio do estresse, e aumenta a liberação de noradrenalina, que gera estado de alerta e disposição, e de dopamina e serotonina, que regulam o humor, relaxam e diminuem a tensão. No intervalo de 20 a 30 minutos, as endorfinas, analgésicos naturais do corpo, aliviam dores e desconfortos musculares. O efeito dessa onda de felicidade dura várias horas — dias, às vezes — depois do fim do exercício, contribuindo para melhorias contínuas no controle do estresse e dos sintomas depressivos. Conheça a relação entre exercício e saúde mental no Science Daily.
15/05/2026