Nossas Especialidades
Todas as especialidades que sua saúde precisa, em um só lugar.
Alergologia
Área médica especializada na prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças alérgicas... saiba mais
Cardiologia
Ramo da medicina dedicado ao estudo, diagnóstico e tratamento das doenças cardiovasculares, que podem ser congênitas, adquiridas... saiba mais
Cirurgia da Endometriose
Procedimento altamente especializado que exige profundo conhecimento da anatomia e cirurgia da pelve, uma vez que a endometriose... saiba mais
Cirurgia da Obesidade
É um procedimento realizado no aparelho digestivo com objetivo de ajudar a perda de peso no caso de obesidade excessiva e de doenças... saiba mais
Nossos Profissionais
Na Clínica Capozzielli, você conta com uma equipe de especialistas dedicados a cuidar de cada detalhe da sua saúde, com atenção, empatia e excelência em cada atendimento.
Informativos
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Mulheres vivem mais, mas nem sempre melhor
As mulheres têm maior longevidade que os homens, mas essa vantagem não se traduz, na mesma proporção, em anos vividos com boa saúde. Uma parcela significativa do tempo extra é marcada por condições que comprometem a qualidade de vida, a capacidade física e a autonomia. O “morbidity gap” feminino — período vivido com problemas de saúde —aumentou de 8,8 para 10,7 anos, de 1990 para cá. É uma contatação da análise do estudo do Global Burden of Disease (GBD), publicada este ano na The Lancet Public Health. Um dado relevante é que as limitações não se concentram na velhice, mas acompanham as mulheres ao longo de boa parte da vida adulta. Condições como dor lombar, enxaqueca, depressão, ansiedade, perda auditiva e quedas respondem por 57% dos anos com saúde comprometida. O estudo lança uma questão que vai além de anos de existência: não basta viver mais; é preciso viver melhor. O desafio da saúde pública é ampliar não apenas a longevidade, mas também os anos vividos com autonomia e bem-estar. Leia o estudo completo no The Lancet. https://www.thelancet.com/journals/lanpub/article/PIIS2468-2667(26)00098-8/fulltext
03/09/2026
Feijão com arroz: dupla de ouro nutricional
Quem costuma colocar arroz e feijão no prato tende a ter uma dieta mais saudável e nutritiva.
03/09/2026
Falta de tempo não é mais desculpa para não se exercitar
Nem a agenda mais lotada precisa ser obstáculo para a prática de exercícios. O argumento da falta de tempo acaba de perder credibilidade em um novíssimo (e gigantesco) estudo científico, que comprova ser desnecessário passar horas na academia. Bastam sessões de musculação de apenas 20 minutos para melhorar a força, o condicionamento físico, a massa muscular e o bem-estar mental, contrariando a crença de que só treinos longos dão resultado. Essa grande atualização sobre treino publicada em 2026 pelo Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM) — a primeira em 17 anos — analisou mais de 130 estudos com cerca de 30 mil pessoas. A conclusão foi que o melhor exercício é aquele que vira hábito. A consistência da prática e a qualidade do estímulo são mais importantes do que o tempo gasto. Entre 90 e 120 minutos semanais de exercícios de força já são suficientes para reduzir o risco de morte e proteger a saúde cardiovascular e neurológica, principalmente quando combinados a atividades aeróbicas. Isso equivale a apenas 12 a 17 minutos por dia. Os pesquisadores da ACSM destacam também que local e equipamento são secundários. Seja na academia, em casa ou ao ar livre, usando máquinas, pesos livres ou elásticos, fundamental mesmo é que o treino seja bem executado e praticado regularmente. Ou seja, essencial é sair do sofá.
04/08/2026
Estresse oxidativo: a “ferrugem” do organismo
Como a ferrugem corrói os metais, o estresse oxidativo desgasta o organismo, envelhece e causa doenças. Isso acontece quando nossas defesas não conseguem neutralizar o excesso de radicais livres — moléculas nocivas que danificam células e DNA. Essas moléculas oxidantes são produzidas naturalmente pelo corpo, mas sua concentração aumenta por efeito de poluição, cigarro, radiação solar, álcool e alimentação inadequada. Seu acúmulo acelera o envelhecimento e favorece alterações associadas a doenças cardiovasculares, inflamatórias, neurodegenerativas e a alguns tipos de câncer. Para reduzir esse ataque silencioso às células, as estratégias são manter uma dieta saudável, fazer exercício, não fumar e moderar o álcool. Suplementos devem ser usados com orientação de um profissional de saúde. Saiba mais na Cleveland Clinic. https://my.clevelandclinic.org/health/articles/oxidative-stress
03/09/2026
Botox: da beleza ao consultório médico
O uso do botox é quase sempre associado ao combate às rugas. Mas a história da toxina botulínica começou na medicina, e sua vocação terapêutica permanece e vai muito além da estética. Por agir na comunicação entre nervos e músculos, a substância é empregada no tratamento de enxaqueca crônica, hiperidrose (suor excessivo), estrabismo, bruxismo (ato involuntário de apertar os dentes), bexiga hiperativa e reabilitação muscular, entre outras condições. Nos anos 1970, o oftalmologista americano Alan Scott, o “pai do botox”, estudou a substância para tratar problemas oculares. Durante as pesquisas, descobriu que ela provocava a paralisia temporária dos músculos faciais — o efeito que popularizaria seu uso cosmético. Em geral, a toxina não representa tratamento definitivo nas aplicações terapêuticas. Como sua ação é temporária, o procedimento precisa ser repetido periodicamente, conforme a condição e a avaliação médica. Saiba mais no post da AACD. https://aacd.org.br/destaques-home/toxina-botulinica
03/09/2026
Memória muscular: o corpo não esquece o que aprendeu
Seus músculos não pensam, mas têm memória. “Lembram” dos treinos anteriores e, quando você volta a se exercitar após um tempo parado, recuperam rapidamente volume e força. A ciência chama esse fenômeno de memória muscular. Quem já treinou pode recuperar o desempenho dos músculos mais rápido e com menos esforço do que quem começa do zero. Eles voltam a responder com facilidade aos exercícios, porque adaptações prévias nas fibras permanecem mesmo após um período de inatividade. O cérebro estimula a retomada por automatizar movimentos já aprendidos, facilitando sua execução quando se volta a praticá-los. É como andar de bicicleta, que nunca se esquece mesmo sem pedalar por décadas. A duração da memória muscular ainda é objeto de debate. Alguns estudos sugerem que ela se mantém por meses, e outros defendem que potencialmente permanece a vida toda. Parar por um tempo por causa de lesão, viagem ou excesso de trabalho não significa voltar à estaca zero. Memória muscular é uma que vale a pena guardar! Mais informações no Jornal da USP. https://jornal.usp.br/radio-usp/memoria-muscular-envolve-repeticao-e-tem-o-sistema-nervoso-como-principal-ferramenta/
03/09/2026